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Histórias de amor que nasceram no Imirim

12 JUN 2017
12 de Junho de 2017

Tem muita gente que não apenas ama o Imirim, mas também ama alguém muito especial que conheceu no próprio bairro.

 

Neste Dia dos Namorados, nossos leitores e vizinhos compartilharam conosco suas histórias sobre como conheceram o amor de suas vidas em nosso bairro. Confira:

Aline e Carlos
Uma feliz coincidência

A Aline é literalmente uma filha do Imirim. Ela nasceu na maternidade São José e, conheceu o Carlos, que foi criado na Rua Aburá, lá na Faculdade Sumaré que fica perto do metrô de mesmo nome. Os dois descobriram que eram do Imirim (nascidos e criados no mesmo bairro) e acharam inacreditável, mais ainda porque a tia do Carlos já tinha sido vizinha da Aline.

A Aline nos contou: “Maior que a coincidência de se conhecer no Imirim, foi conhecer alguém do Imirim em outro ponto da cidade! Geralmente as pessoas nem sabem onde fica o Imirim!”

Cleide e Luiz Augusto
No Imirim nem adianta passar o endereço errado...

A Cleide conheceu seu marido, o Luiz Augusto, em outubro de 1996 na Boulevard, uma casa de shows que ficava numa travessa da Avenida Imirim. Naquela noite de sexta-feira, o Luiz Augusto, que era integrante de um grupo de pagode estava lá tocando e, no final do show, ele foi falar com a Cleide.

Os dois ficaram, mas a Cleide tinha acabado de sair de um relacionamento e queria ficar sozinha. O Luiz Augusto quis levá-la em casa e ela passou o endereço errado pra não ter mais contato com ele. Só que a Cleide não contava com a astúcia do Luiz Augusto e com a mão do destino e, no sábado de manhã, ele apareceu na casa dela, porque vários amigos dele também moravam lá.

Ele a convidou pra ir a um show dele no sábado a noite. Ela foi difícil, mas ele insistiu e eles começaram a namorar. Em dezembro de 1997, eles se casaram e esse ano completam 20 anos de união. A Cleide se declarou: “Ele é meu amor, meu amigo e meu companheiro de vida...”.

Daniele e Rodrigo
O "game do amor" que já dura 18 anos

A Daniele e o Rodrigo se conhecem desde a infância. Ambos moravam numa travessa da Rua Mandiba. Mas a história deles não parece ser de amor a primeira vista (ou será que sim?). Os dois viviam brigando, se xingavam. Ela jogava pedra nele, ele retribuía com cuspes. Até jornalzinho ela fez só pra zuar o Rodrigo.

Quando a Daniele tinha uns 13 anos, ela se mudou pra rua de cima, só que os tios dela foram morar na rua do Rodrigo e, claro, ela continuou frequentando a rua, mas nem dava bola pra ele (será?).

Aí, apareceu um cupido nessa história de MMA: um amigo deles abriu uma locadora de video games e, como os dois amam games, eles estavam lá todo o final de semana pra jogar (só pra jogar, nada mais que isso...).

Até que um dia resolveram “jogar” juntos e esse jogo já passou da fase do namoro (11 anos) e de casados já são 8. A Daniele nos contou: “éramos duas crianças lindas e amáveis...”, alguém duvida?

Jaldete e Jhonatan
Separados por uma avenida e uma dúvida

A Jaldete e o Jhonatan namoram a um ano e três meses, mas podia ser a mais tempo. Eles se conheceram no Imirim, porque os dois trabalham aqui no bairro, na Avenida Engenheiro Caetano Alvares. Só que a Jaldete trabalha de um lado e o Jhonatan do outro lado da avenida.
Durante um ano, o Jhonatan ficou do lado dele só observando a Jaldete. Ele estava interessado nela, mas achava que ela fosse casada. Um dia, o Jhonatan resolveu tirar essa dúvida, se encheu de coragem, parou o trânsito, atravessou a avenida e foi falar com a Jaldete. Não deu outra, começaram a namorar. A Jaldete resumiu esse dia: “Foi lindo!”

Kátia e Francisco
Uma chance ao amor

Kátia e Francisco se conheceram na adolescência, aqui no Imirim. O Francisco era a fim dela, mas a Kátia não queria nada nem com ele nem com ninguém. Por ironia do destino, a Kátia começou a jogar vôlei com os amigos na rua onde o Francisco morava. E daí surgiu uma oportunidade deles irem ao cinema e foi quando o Francisco se declarou. A Kátia resolveu dar uma chance e eles estão juntos há 22 anos. O casal tem 3 filhos e a história deles já foi contada num programa da Band FM.

Renato e Alzira
Um olho na TV e outro no paquera

A história da Dona Alzira e do Seu Renato foi contada pela filha do casal, a Renata. A história começou na década de 60, aqui no Imirim, ali na Rua Padre João Gualberto, onde a família do Seu Renato tinha uma quitanda. A Dona Alzira, que morava próximo – na antiga Jessy – sempre ia na quitanda, a pedido da mãe, comprar coisas pra casa.

O Seu Renato trabalhava na quitanda e atendendo a Dona Alzira é que começou uma troca de olhares entre os dois. Como naquela época poucas famílias tinham TV em casa, e a família da Dona Alzira era uma dessas, o Seu Renato e os irmãos iam até lá a noite com esse pretexto. Numa dessas sessões de TV, o namoro começou e no dia 13 de dezembro de 1969 eles se casaram. A Renata nos contou que “eles continuam morando no mesmo lugar até hoje. Sou filha única e dei duas netas a eles”.

Sandra e Augusto
O que o Imirim uniu, o Facebook ajudou a reencontrar

Em 1986, a Sandra com 16 anos e moradora de Santana, conheceu o Augusto que, tinha 27 anos e era inspetor de alunos na escola onde ela estudava. O Augusto sempre morou no Imirim. O amor tomou conta desse encontro e eles começaram a namorar. O namoro durou 3 anos e quando terminou, cada um tomou um rumo na vida.

Aí, em dezembro de 2015, redes sociais bombando, a Sandra foi “encontrada” pelo Augusto através do Facebook. Quando ela viu o nome da “solicitação de amizade” soube na hora que o seu ex-namorado, que estava reencontrando após 26 anos desde o término do namoro deles.

Eles recomeçaram a namorar de novo em janeiro de 2016 e estão juntos e felizes até hoje.

Fernando e Marina
A travessia

Todos os fins de semana o Fernando saía da Freguesia do Ó e subia toda a Avenida Imirim para ver a Marina, que na época morava perto do cemitério Chora Menino. Hoje essa distância foi totalmente reduzida, pois eles são casados e moram no Imirim. Juntos tiveram 3 filhos lindos e o Fernando é muito grato por não precisar fazer uma "travessia"para ver a mulher da sua vida.


Nosso agradecimento a todos os leitores que compartilharam sua história conosco.

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